Explorando o Submundo de Pattaya: A Verdade das Casas de Massagem
Fala, rapaziada! Aqui é o Nicolas trazendo mais um vídeo diretamente da caótica Pattaya, na Tailândia. Hoje tentei repetir uma ideia de vídeo que deu muito certo lá em Phuket: filmar o interior de uma casa de massagem. Mas, como vocês vão ver, a missão foi bem mais difícil do que eu esperava.
Logo de cara já percebi que o clima aqui era mais tenso. Em menos de 100 metros, contei seis casas de massagem só de um lado da rua. Era uma atrás da outra. Mas o problema era: nenhuma queria que eu gravasse. Bastava apontar a câmera, e as massagistas já viravam o rosto, escondiam a cara ou saíam de fininho.
Dificuldade de Gravar: Massagistas Ficam Apreensivas
Passei com a câmera na mão por várias casas. Algumas meninas até chamavam, mas quando viam a câmera, tudo mudava. A vibe era outra. Cheguei a ouvir um “não pode filmar” direto, sem nem ter pedido nada. Mesmo as mais bonitas evitavam qualquer tipo de gravação. Isso mostra como é fechado esse tipo de ambiente aqui em Pattaya. O medo da exposição é real.
Até pensei em entrar escondido, mas, como expliquei no vídeo, é inviável filmar uma massagem escondida. Na rua eu até tenho minhas táticas para camuflar a câmera, mas dentro de uma sala apertada e escura, simplesmente não dá.
Os Bares de Acompanhantes e os Golpes Comuns
Enquanto buscava uma casa que me deixasse filmar, fui passando por vários bares de acompanhantes. Aquela mesma rotina de sempre: gringos pagando bebida cara só para trocar ideia com as minas. Vi velhinho agarrado com novinha, cara pagando drink só para ouvir um “hello baby”.
É um jogo que muitos caem. As meninas são treinadas para isso: fazer o cliente achar que está ganhando moral, quando na real, estão ali apenas pelo dinheiro. Algumas até fazem programa, outras só querem ganhar a comissão das bebidas. E os gringos? Esses acham que estão apaixonando.
A Realidade das “Três Pernas”: Ladyboys por Toda Parte
Outro ponto curioso: aqui em Pattaya, especialmente nas áreas mais movimentadas, tem muita ladyboy. Mas muita mesmo. Passei por uma calçada em que quase todas as “meninas” tinham três pernas, se é que vocês me entendem. E não, não é exagero. É visível pela voz, pelo rosto e até pelo silicone exagerado.
Não tenho preconceito nenhum, como vocês sabem. Inclusive brinquei no vídeo que meu amigo Cabelo adora esse tipo de conteúdo. Mas é importante alertar vocês, principalmente os desavisados, para não cair em confusão por falta de informação.
Fracasso na Missão: Nenhuma Casa Permitida
No fim das contas, fui rejeitado em todas as tentativas de gravação. Dezenas de casas, bares, e nenhum “sim” pra câmera. E olha que andei, viu? Em uma noite só, explorei várias ruas, tentei aproximações diferentes, mas sempre o mesmo resultado: negativa.
Até as massagistas mais experientes, que já estão acostumadas com turistas, não quiseram papo com câmera. E faz sentido. Essas casas, apesar de parecerem abertas, ainda operam com muito receio de exposição — seja por causa da lei ou da própria reputação.
Interações Inusitadas nas Ruas
Durante o rolê, tive umas interações aleatórias com gente de todo tipo. Tinha velho felizão com novinha do lado, grupo de indianos entrando com acompanhantes, até ladyboys tentando puxar papo. É aquele mix de cena que só Pattaya oferece.
O que mais me chamou atenção foi a quantidade de gente que vem pra cá só pra isso. Sério. A cidade é minúscula, mas tem mais visitantes que muita capital brasileira. A cidade vive dessa indústria, e é impossível ignorar isso.
Reflexões Finais: Vale a Pena Pagar Por Isso?
No fim do vídeo, ainda levantei uma reflexão: será que vale a pena gastar tanto dinheiro só pra tomar um drink com alguém que claramente está ali só pelo dinheiro? Tem cara que gasta horrores achando que a mina tá se apaixonando, quando na real ela tá só batendo ponto.
Como sempre digo, não tô aqui pra julgar ninguém, mas sim pra mostrar o que realmente acontece. Eu trago a realidade nua e crua do que vejo nas ruas de lugares como Pattaya, sem filtro e sem corte. Essa é a ideia do canal: mostrar o que a maioria dos turistas não vê — ou prefere ignorar.
O Próximo Passo
Já que esse vídeo foi, digamos, um “fracasso produtivo”, decidi que o próximo será diferente. Vou dar um rolê completo na famosa Walking Street e mostrar tudo pra vocês. Spoiler: vai ter de tudo. Desde os shows malucos até os bares onde os drinks custam o triplo. Então já se prepara, ativa o sininho e se inscreve no canal se ainda não for inscrito.
E é isso, família. Infelizmente, não consegui gravar dentro da casa de massagem dessa vez, mas mostrei bastante coisa que acontece do lado de fora. Comenta aí o que você achou, se já viveu algo parecido ou se toparia esse rolê comigo.
Tamo junto, valeu pela moral. A câmera desliga… e a história termina.
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