Pattaya Sem Filtro: A Noite Mais Insana da Tailândia
Fala família! De volta com mais um episódio dessa saga insana chamada Tailândia. Dessa vez, o destino foi novamente Pattaya, cidade famosa por suas praias, baladas e… bom, vocês já sabem — é aqui que a loucura acontece. Mas se você acha que já viu tudo nos vídeos anteriores, segura essa, porque agora fui direto pro epicentro do caos.
Por que voltar pra Pattaya?
Depois que postei os primeiros vídeos mostrando o “lado mais tranquilo” da cidade, uma galera veio me cobrar: “Irmão, tu filmou só a parte calma, vai no centro de verdade pra ver o que é loucura!”. E foi exatamente isso que eu fiz. Peguei a estrada de novo, fui visitar minha “namorada oficial da Tailândia” (aka a Sugar Mami do OnlyFans), e aproveitei pra explorar a parte que, segundo os insiders, é onde o negócio realmente esquenta.
Clima de praia… mas só até escurecer
De dia, tudo parece normal. Jet ski, praia lotada de tiozão europeu bronzeado, cerveja, clima quente e aquele clima de “veraneio eterno”. Mas é só o sol se pôr que Pattaya se transforma. Literalmente parece outra cidade. Cada esquina vira uma balada improvisada, e as ruas viram vitrines humanas com dezenas de mulheres — e Ladyboys — te chamando, te puxando, te oferecendo “companhia”.
E não é exagero. É muita mulher. De um lado da rua, do outro, sentadas, em pé, andando, todas segurando a famigerada bolsinha. Algumas já vão direto ao ponto: pegam no braço, puxam, jogam dentro do bar. Tive que apelar pra desculpa clássica: “I have a girlfriend, look, she’s coming”. A Sugar Momi fingiu que ia me salvar, mas na hora H… nada.
Massagem com surpresa no final?
E falando em surpresas, não posso deixar de comentar o “golpe do spa”. Entrei achando que ia ser massageado por uma universitária tailandesa estilo TikTok, mas quando percebi, era outra pessoa. Felizmente, ainda era gente boa, massageou bem, foi simpática… mas fica o aprendizado: nem sempre quem está na porta do salão é quem vai realmente te atender.
Golpes e experiências reais
Pattaya é terra de oportunidades… e de armadilhas. Desde Ladyboys simpáticas com cobras no pescoço até os tradicionais “pet tricks” que viram cobrança no final (“só encostou no animal? 300 baht, por favor”). Isso sem falar nas casas de massagem “duvidosas”, onde basta ver se tem uma escadinha pros fundos pra saber o que realmente acontece ali em cima.
O ponto alto (ou mais baixo?) da noite
Já era quase 3 da manhã e parecia 20h. Rua lotada, som rolando, barulho de copos, risadas, e gente tentando te vender de tudo. Achei 2.000 baht no chão do nada. Coincidência ou alguma maldição tailandesa? Vai saber. Mas foi assim que fechei a noite: sendo puxado por três mulheres diferentes pra dentro de um bar, enquanto tentava explicar em inglês quebrado que minha “namorada” tava logo atrás.
E aí, vale a pena?
Se você está vindo pra Tailândia em busca de templos budistas, retiros espirituais e silêncio, Pattaya não é o seu lugar. Agora, se você quer entender o lado mais nu e cru do turismo asiático, ver com os próprios olhos como funciona a economia paralela do prazer, da festa e do exagero — então sim, Pattaya é um lugar que vai te marcar.
Mas vá com consciência. Não seja mais um idiota explorando ou sendo explorado. E lembra sempre: o que parece fácil e divertido muitas vezes esconde histórias pesadas por trás.
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E você, já caiu em algum golpe em viagem? Já foi puxado pra dentro de um bar por alguém desconhecido? Ou tem histórias bizarras com Ladyboys? Comenta aí, compartilha com os amigos e se inscreve no canal porque o próximo episódio vai ser ainda mais insano.
Valeu família — até a próxima loucura.