Nômade Jesus

TAILANDESA DO ONLYFANS FALA SOBRE MASS4GEM COM FIN4L FELIZ

Treinamento para Nômades Digitais

Liberdade Geográfica Conheça o Mundo Experiências Únicas
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Primeiro encontro com uma tailandesa do OnlyFans (e um salmão frito para encerrar)

A Tailândia nunca decepciona. E dessa vez, o rolê foi uma mistura de zoológico improvisado, aula de português, choque cultural e, claro, comida — muita comida. Tudo isso com a companhia de uma tailandesa que conheci recentemente e que, por acaso, tem um OnlyFans. Sim, eu estou vivendo o sonho tailandês (ou algo bem próximo disso).

Macacos, Ronaldo e palavrões em público

Comecei o dia cercado por macacos — literalmente. Sentado num lugar afastado, com macacos andando livremente, do nada, vejo um cara com a camisa do Ronaldo. Resolvi perguntar se era brasileiro. E era! Brasileiro raiz, igual eu, que já tinha perdido a vergonha de tudo. Estávamos rodeados de tailandeses que nem falavam inglês, então aproveitei para soltar um “seu bando de corno” em alto e bom som. Ninguém entendeu nada, e isso é o melhor de tudo.

Aula de português para tailandesa (e vice-versa)

Dentro do carro dela, rolou um intercâmbio linguístico hilário. Ela ficou em choque ouvindo um áudio meu em 2x e disse que português parecia uma língua alienígena. Mas comecei a mostrar algumas palavras que são parecidas com o inglês, tipo “emergência”, “história”, “restaurante”, “café”… E ela se empolgou. Foi divertido e inesperado. E claro, ensinei também uma expressão clássica: “massagem com final feliz”.

Bob Esponja, adesivos e sushi frito (porque eu sou brasileiro)

Passamos em uma lojinha e vi um adesivo do Bob Esponja — me senti numa versão tropical da infância. Logo depois, fomos a um restaurante japonês. E aqui começa a parte polêmica: eu odeio salmão cru. Isso mesmo. Para mim, salmão tem que ser frito. Peguei o sashimi, joguei na chapa e fritei tudo. Estava todo mundo me olhando com cara feia — provavelmente os donos do restaurante, prontos para me expulsar. Mas não tô nem aí. Brasileiro não nega fogo, mas também não engole peixe cru à força.

Comendo com espátula e sendo julgado (com razão)

Não sei usar hashi. Nunca aprendi. Então fiz o que qualquer brasileiro desesperado faria: comi com a espátula de virar carne. Pegava o salmão frito com a espátula e mandava pra dentro. A tailandesa me olhava com aquela expressão de “meu Deus, o que eu tô fazendo aqui com esse doido?”. Mas, no fim, ela riu e até curtiu a autenticidade do momento.

Essa é a Tailândia que você não vê nos guias

Não é sobre pontos turísticos, templos ou praias famosas. É sobre os momentos espontâneos, os rolês aleatórios, os risos sem tradução e os sabores que você adapta para se sentir em casa. É sobre conhecer alguém novo, trocar cultura, errar, rir e repetir tudo no dia seguinte.

Viva a experiência, mesmo sem grana (ou etiqueta)

Se você acha que precisa ser rico, bonito ou dominar as regras da etiqueta asiática para viver algo assim, esquece. Eu tô aqui com um curativo no rosto, comendo salmão com espátula e sendo chamado para encontros por mulheres que têm mais atitude do que muito influencer por aí. Tudo isso sendo apenas um cara comum — mas que escolheu viver fora da bolha.

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