Turismo com elefantes na Tailândia: a realidade que ninguém mostra
Nesse vídeo, eu mostro uma experiência que, sinceramente, me deixou dividido. Vim até um local turístico na Tailândia para conhecer elefantes de perto, mas o que encontrei foi bem além do que eu esperava. Entre momentos engraçados, sustos e reflexões, essa visita virou uma aula sobre exploração animal no turismo.
Entre medo e curiosidade: o primeiro contato com os elefantes
Logo na entrada, vi uma mulher com duas cobras — uma no pescoço e outra sabe-se lá onde. Era um típico cenário turístico onde tudo tem um preço. Encostou no animal, paga. Tirou foto com o bicho, paga. Minha parceira tailandesa do OnlyFans acabou pagando 300 baht por um momento de distração com os animais. Golpe? Talvez. Mas nesse tipo de lugar, nada é de graça.
Exploração camuflada de entretenimento
Enquanto andava pelo local, a decepção aumentava. Elefantes presos por correntes, espaço reduzido, bichos com sinais claros de estresse. E tudo isso para entreter turistas por alguns minutos. Vi até um tratador com uma foice na mão — um símbolo silencioso da opressão que esses animais enfrentam.
A beleza do elefante não justifica o sofrimento
Não vou negar: tocar em um elefante é uma experiência emocionante. A pele grossa, os olhos grandes, a imponência do animal… tudo isso impressiona. Mas quando você olha nos olhos de um bicho acorrentado, a beleza dá lugar à culpa. É um tipo de turismo que causa mais tristeza do que alegria.
Turismo de verdade ou armadilha turística?
Como sempre digo aqui no canal: esse não é um canal de turismo, é um canal de realidade. E a realidade é que a Tailândia — embora incrível em muitos aspectos — também abriga essa face sombria do turismo animal. Lugares como esse funcionam porque há demanda, mas a que custo?
Reflexão: o que estamos financiando?
Sim, sou carnívoro. Sim, como churrasco. E sim, acho meio hipócrita sentir pena dos bichos enquanto como carne. Mas ainda assim, não dá para ignorar a cena de um elefante com a pata amarrada ou um coelho enjaulado servindo de atração. A empatia não deveria ser seletiva.
O conselho: procure experiências com mais respeito à vida
Se você estiver vindo para a Tailândia e quiser ver elefantes, prefira locais onde eles vivem livres, como nas ilhas do sul do país. Evite santuários em áreas como Bangkok, Chiang Mai ou Pattaya. Por mais que a propaganda prometa “cuidados” e “resgates”, muitos desses lugares ainda mantêm os animais em cativeiro por lucro.
Valeu a experiência, mas não volto mais
Foi interessante ver os elefantes, claro. Mas voltaria? Não. Nunca mais piso em um lugar onde bicho é explorado para turista tirar selfie. Prefiro conhecer a realidade dos países — e a realidade às vezes dói.
Quer ver a Tailândia de verdade?
Se você curte esse tipo de conteúdo sem filtro, esse é o canal certo. Aqui, a gente mostra o que os influenciadores de lifestyle escondem: a vida como ela é. Quer trocar ideia sobre trabalhar online e viver experiências reais como essa? Fala comigo aqui: Nômade Jesus.
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Você acha que esses lugares deveriam existir? Ou acredita que é preciso boicotar esse tipo de atração? Deixa sua opinião aí nos comentários. Vamos conversar.