Nômade Jesus

LEVEI O NÔMADE SINCERO NA PRAIA DAS “PRIMAS” NA TAILÂNDIA

Treinamento para Nômades Digitais

Liberdade Geográfica Conheça o Mundo Experiências Únicas
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Uma Noite Surreal em Pattaya: Travas, Piqueniques e Mal-entendidos

Rapaziada, esse rolê aqui foi completamente fora do comum. Começou como uma simples saída pra relaxar, e acabou virando uma sequência de situações bizarras que só quem vive na Tailândia entende. Do nada, a gente já tava no meio de uma praia, sendo convidado pra piquenique por uma galera “meio diferente”, e em questão de minutos percebemos que tava tudo virado do avesso. Vou contar tudo aqui nesse diário de bordo.

Encontro com um Nome Famoso e o Começo do Rolê

Eu tava saindo do hotel pra encontrar um cara famoso no YouTube. Um nome que muita gente aí acompanha e que, inclusive, foi inspiração pra mim começar esse canal. Não vou dar spoiler aqui, mas quem me acompanha já deve imaginar de quem eu tô falando. O plano era simples: encontrar ele, tomar uma, gravar conteúdo, e aproveitar a noite.

No caminho já começou a resenha: falamos que éramos músicos famosos do Brasil, tipo um Chitãozinho e Xororó versão nômade. Claro que era zoeira, mas o nível de absurdo só tava começando.

As Primeiras Confusões e o Tal Abacaxi

No meio da rua, uma galera começa a oferecer abacaxi. Literalmente. Eu não queria, meu parceiro também não, mas as meninas insistindo… no fim, acabamos pegando pra dar pra elas. E aí vem o plot twist: “I have pussy just like boys”, uma das meninas solta. Meu irmão… nessa hora, a gente se ligou.

As três que estavam com a gente eram Ladyboys. Sim, travestis. Na maior naturalidade, inclusive. Cara, eu não tenho nada contra, mas a surpresa bateu forte. A gente nem tinha começado a beber ainda e o rolê já tava nivelado lá em cima no quesito caos.

Você Quer Saber? Então Eu Pergunto

Teve uma hora que meu parceiro falou “mano, pergunta pra ela se é mesmo”, e eu fiquei meio sem graça, mas acabei mandando a clássica: “Você tem pau?” E ela respondeu na hora: “Yes, I have”. Pronto. Confirmado. Essa era a energia da noite.

Não bastasse isso, fomos convidados para um piquenique, sentamos com elas e do nada fomos expulsos. Sério, do nada! Primeiro elas chamam, depois mandam a gente embora. Mas eu entendi… ali era job, tudo esquema. Se não tiver grana, não tem amor.

Nem Todo Amor É de Graça

Falando nisso, aqui não existe esse papo de amor gratuito. Até as que dizem estar afim, no fim querem cobrar. O cara que chega achando que vai “comer de graça” já toma logo um golpe. Tudo ali é serviço. O máximo que acontece é você pensar que vai rolar, mas no final elas sempre tão trabalhando, tá ligado?

E outra: quanto mais velha, mais experiente e barata. Teve uma ali que a gente viu claramente que já tinha seus 40+, perdeu o emprego e hoje tá ali fazendo programa na rua. É pesado, mas é a realidade.

Quando o Rolê Vira Desabafo Existencial

No fim da noite, eram quase duas da manhã e eu só pensava “mano, o que eu tô fazendo?”. As situações beiravam o surreal. Tinha mina com três pernas, gente dormindo na praia, outros tentando vender final feliz, e eu ali, refletindo sobre a vida.

Eu tava cansado, suado, com fome, e meio chapado. Pensei até em dormir na moto. Sim, dormir ali mesmo. Mas aí bateu aquele pensamento: “vou fazer uma massagem e encerrar o dia com dignidade”. Final feliz? Talvez.

Uma Madrugada Inesquecível

Se tem uma coisa que eu aprendi vivendo na Tailândia é que o inusitado faz parte do pacote. Um simples passeio vira um vídeo de meia hora com mais histórias do que muito filme por aí. E cada um desses momentos vira conteúdo real, cru e sem filtro.

E se você quer viver isso também, cara, começa a mudar tua vida agora. Trabalhar online foi o que me deu essa liberdade. Não tem nada glamouroso o tempo todo, mas tem muita vivência. Então é isso, família. Deixa o like, comenta aí o que achou e compartilha com os brothers que precisam rir um pouco e, quem sabe, mudar de vida também.

O Que Vem Depois?

Amanhã tem mais. Talvez mais Ladyboy, talvez mais piquenique aleatório, talvez só uma noite tranquila. Quem sabe? Aqui é Bangkok. E como sempre digo: câmera desliga… e a história continua.