Nômade Jesus

COMENDO CACHORRO NO VIETNÃ

Treinamento para Nômades Digitais

Liberdade Geográfica Conheça o Mundo Experiências Únicas
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Uma Experiência Polêmica no Vietnã: Será que Eu Comi Carne de Cachorro?

Câmera liga, história se inicia… e dessa vez, com um dos vídeos mais polêmicos da história do canal. Estou no Vietnã, país que, como muitos já sabem, tem costumes alimentares bem diferentes do que estamos acostumados. Sim, aqui se consome carne de cachorro e até de gato. Quando eu soube disso, confesso que fiquei chocado. Ontem mesmo, passei por uma rua onde vi cachorros e gatos pendurados à venda como carne. Uma imagem pesada, quase surreal.

A Caminho da Rua Mais Macabra de Hanói

Hoje, tomei coragem e voltei àquela mesma rua para tentar registrar e, quem sabe, até experimentar a tal carne de cachorro. Não sabia se ia conseguir comer, só o cheiro já me deixou enjoado. Mas, como vocês me conhecem, a curiosidade falou mais alto. Fui até o local, filmei o que pude — mesmo sendo proibido — e trouxe uma “carne” para experimentar num lugar mais tranquilo.

Imagens Fortes e Realidade Crua

Filmei discretamente enquanto caminhava pelas barracas. Não consegui narrar na hora porque os vendedores já pediram para eu parar de gravar assim que perceberam a câmera. Mas consegui captar o ambiente: cachorros vivos do lado de carne pendurada, crianças andando na rua, um restaurante comum ao lado de um abatedouro. O contraste é bizarro e perturbador.

Contexto Cultural: Por Que Isso Acontece?

Para quem não sabe, o consumo de carne de cachorro no Vietnã tem raízes históricas e culturais. Muitos dizem que tudo começou por necessidade durante períodos de guerra, quando a comida era escassa. Mas, pelo que pesquisei, o hábito é mais antigo do que isso. Hoje, em algumas regiões, comer carne de cachorro é considerado até algo tradicional. Ainda assim, pra mim, é algo muito difícil de assimilar.

Da Rua Para a Praça: Hora de “Experimentar”

Com a sacola na mão, fui para uma praça próxima. Queria saber se seria comum alguém comer carne de cachorro ali, ao ar livre. O clima era tranquilo, cheio de locais e quase nenhum turista. Confesso que prefiro assim. Sempre falo isso nos vídeos: eu viajo para conhecer a realidade dos lugares, e não os pontos turísticos emoldurados.

A Surpresa: A Verdade por Trás da Sacola

Sentei, abri o pacote e… surpresa! Não era carne de cachorro. Era um cachorro-quente! Isso mesmo, um dogão raiz. Pegadinha do malandro! Fiz tudo isso para mostrar como a sugestão visual e cultural pode mexer com nossas emoções. Mas fiquem tranquilos: não comi carne de cachorro, e provavelmente nunca comeria. Cresci com cachorro em casa, tenho um carinho enorme por esses animais. Só de editar esse vídeo já me senti mal.

Reflexões e Críticas

A intenção aqui não foi chocar por chocar, mas levantar a discussão. A gente come vaca, porco, frango… Por que carne de cachorro causa tanto choque? O que define o que é “normal” ou não em cada cultura? E mais: até onde vai nossa curiosidade, e quando ela ultrapassa o limite ético? É um tema delicado, e espero que esse vídeo gere bons debates.

Você Caiu no Meu Bait?

Agora eu quero saber: você acreditou mesmo que eu comi carne de cachorro? Ou desconfiou desde o começo? Deixa aqui nos comentários. Esse tipo de vídeo é diferente, mais reflexivo, mas também com aquele toque de humor que vocês já conhecem do canal. E claro, todos os trechos de imagens de abatedouros foram tirados de vídeos públicos no YouTube, que estarão linkados na descrição com os devidos créditos.

O Vietnã Além do Turismo

O que mais me impressionou foi como o Vietnã pode ser contrastante. De um lado, a bandeira do comunismo balançando. Do outro, abatedouros no meio da rua. Tem coisa que só vivendo pra entender. E é por isso que eu viajo: não para fazer parte de roteiros, mas para ver de perto o que a maioria prefere ignorar.

Encerrando Mais Uma História

Esse vídeo foi uma provocação, uma brincadeira e um convite à reflexão. Não, eu não comi carne de cachorro. Mas a questão é: se tivesse comido, qual seria o seu julgamento? Pense nisso. E no mais, é isso rapaziada — a câmera desliga, e a história termina. Valeu!