Meu reencontro com a namoradinha da Tailândia (e um certo sequestro…)
Fala, família! Aqui é o Nicolas, e no vídeo de hoje rolou de tudo: reencontro com a minha namoradinha tailandesa, histórias de sequestro (sério!), gringos aleatórios surgindo do nada, e até plano de curso novo. Sim, o vídeo tá maluco, mas é porque a vida por aqui é isso mesmo: cheia de surpresas — e eu amo viver cada uma delas.
Começo aleatório, do jeito que a gente gosta
Sabe quando você só quer começar um vídeo de boa, falar com a câmera e seguir o plano? Pois é, eu estava ali, tranquilo, querendo dar início ao vlog, e do nada surge um gringo: “I’m from England. I have three girlfriends here.” Mano… juro que nunca vi esse cara na vida. Ele apareceu, puxou papo e começou a contar que já veio pra Tailândia oito vezes e que tem três namoradas aqui. E o amigo dele? Tem quatro! A gente riu, claro, porque esse tipo de aleatoriedade só acontece comigo mesmo.
O reencontro com a Andy (minha namoradinha)
Pra quem assistiu o especial de Natal, já sabe de quem eu tô falando. A Andy foi a mina que cuidou de mim no Natal, me tratou super bem e, desde então, ficou ali aquela conexão. No vídeo de hoje, fui lá encontrar com ela de novo — e dessa vez levei meu irmão, o Cabelo, pra conhecer sua nova cunhada. O Cabelo tava ansioso, claro, queria saber se a mina era tudo isso mesmo. E olha… ela é.
Sim, eu fui sequestrado nesse mesmo bar
Mano do céu. Quando eu passei na frente daquele bar com o Cabelo, me deu um déjà vu forte. Olhei pra dentro, vi uma gordinha no balcão e lembrei na hora: “Foi aqui. Foi nesse bar que eu fui sequestrado naquele vídeo antigo.” Ela tava lá ainda! A mesma mulher que me puxou à força pra dentro uma vez, tentando me vender drink e massagem. E agora eu tô ali de novo, passando pela porta do cativeiro, como se nada tivesse acontecido.
Mulheres puxando homem — literalmente
Uma coisa que sempre impressiona é o quanto aqui na Tailândia o “convite” das mulheres é direto. Você tá passando na rua, e do nada: braço puxado, sorrisinho, “Hey, my love, come inside”. Funciona desse jeito, e tem que estar preparado psicologicamente (e financeiramente também) se quiser entrar nessas paradas.
Eu e minha técnica infalível da câmera escondida
Teve uma parte do vídeo que eu até brinquei com isso. Muita gente comenta que eu consigo gravar tudo sem que as meninas percebam. Já falaram que é relógio, que é câmera escondida no óculos, que é celular disfarçado. A real? Eu tenho sim meu método secreto, e posso dizer: é infalível.
Tanto que brinquei no vídeo dizendo que vou lançar um curso: “Como esconder sua câmera e gravar tudo sem ser descoberto”. Se a galera vende curso pra tudo hoje em dia — até pra ensinar como chegar em mulher (sério, tem curso disso!) — por que eu não posso lançar o meu?
Conversas reais, momentos engraçados e… três pernas?
Durante o vídeo, a gente deu vários rolês pela rua, viu muita coisa aleatória (como sempre), e até encontramos umas modelos meio… diferentes. Tipo aquelas que você olha e pensa: “Pera, isso é real?” E o Cabelo ainda soltou a clássica: “Tem três pernas.” Eu só olhei e falei: “Do jeito que tu gosta, né?”
Ano Novo, vida nova?
Finalzinho do vídeo já era madrugada do dia 1º. Eu tava voltando pra casa, cansado, mas feliz. Editei tudo no dia seguinte, postei, e fiquei refletindo: quantas pessoas aí do outro lado estão presas num trabalho que odeiam, esperando um milagre? Se tu é uma dessas pessoas, mano, presta atenção no que eu vou te falar:
Lá no primeiro link da descrição tá rolando um grupo especial que eu criei. Vai ter um evento gratuito onde vou te mostrar como eu faço pra viver assim — viajando, conhecendo lugares incríveis, trabalhando do meu notebook. Não é curso milagroso. É vida real. E sim, no final vou oferecer meu treinamento, mas o evento em si é gratuito e já vai te abrir a cabeça.
Quer viver como eu?
Se você tá pronto pra mudar de vida, entra lá no grupo. Se ainda tá em dúvida, então talvez não seja sua hora. Mas se você sente no peito que merece mais da vida do que ficar preso no CLT, tá na hora de agir.
Bora trocar ideia!
Curtiu esse rolê comigo? Comenta o que achou, se teria coragem de viver algo assim, e se você passaria o Natal ou o Ano Novo com a Andy. Ou com a do bar. Ou com as duas. Não julgo!
Câmera desliga e a história termina (mas só até o próximo vídeo). Tamo junto, família. — Nicolas