Mais um Dia em Bangkok e as Abordagens Inesperadas
Fala, família! Mais um dia aleatório aqui em Bangkok, e como sempre, as coisas não saem como planejado. Eu tava só caminhando de boa quando começaram a rolar várias abordagens das massagistas locais. Já virou rotina, né? A galera vem sorrindo, oferecendo massagem, puxando assunto… E eu, como sempre, com a câmera na mão, registrando tudo pra vocês.
Aliás, a primeira abordagem do dia foi uma que me chamou pra fazer massagem e já começou com “Happy Day!”. E eu? Só querendo voltar pro hotel pra descansar. Mas como vocês sabem, com a câmera ligada, tudo vira conteúdo — até as tentativas educadas de escapar dessas propostas malucas.
O Clássico “I Have a Girlfriend”
Mano, eu nunca usei tanto a desculpa de “I have a girlfriend” na vida quanto aqui na Tailândia. É o único jeito de escapar das investidas das meninas do Job sem criar confusão. Não que elas não entendam o “não”, mas aqui o pessoal insiste. É cultural mesmo.
Várias vezes nesse vídeo vocês vão ouvir eu repetindo “I have a girlfriend”, “I’m just walking”, “I go with my friends”. Tudo pra sair de fininho e continuar meu rolê tranquilo. Mas é engraçado ver como essas situações surgem do nada e viram momento de interação que, no final, rende boas histórias pra contar.
Encontros Casuais e Papos Aleatórios
No meio da rua, fui parado por um cara chamado Philip. Começamos a trocar ideia do nada. Ele veio com aquele clássico: “What’s your name?”, e eu já fui na vibe, respondendo, rindo. Uma coisa que eu aprendi aqui é que a rua é o maior palco. Você nunca sabe quem vai cruzar com você ou qual será a próxima conversa aleatória.
O mais doido é que às vezes você encontra as mesmas pessoas de novo. O cara fala que lembra de mim do Tinder. Tinder? Nem usei isso aqui. Mas é isso… Bangkok é pequena quando você anda bastante. As pessoas começam a te reconhecer, a puxar papo, a querer participar do conteúdo.
Desviando com Jeitinho
“I go drink first.” Essa foi minha desculpa oficial do dia. Toda hora que uma das meninas vinha com convite, eu mandava que ia beber algo primeiro. Simples, direto e geralmente funciona. E quando não funciona? Aí é no bom humor e improviso que a gente sai da situação.
Teve uma hora que uma me parou e perguntou “What’s your name?”, e eu joguei “Eduardo Bolsonaro” só pra ver a reação. Rimos, trocamos algumas palavras e segui andando. O bom dessas interações é que, mesmo em meio ao caos, dá pra manter o respeito e criar momentos divertidos.
Rolês, Conversas e Vida de Nômade
Durante todo esse dia, eu fiquei refletindo bastante sobre como é viver assim, na rua, com a liberdade de caminhar por Bangkok sem ter horário, sem ter chefe. Vendo a galera se divertindo, encontrando pessoas de vários países, e eu ali, com minha câmera, registrando tudo e transformando esses momentos em conteúdo.
Teve até gente falando que era meu aniversário. Vai entender! Mas é isso… quem vive viajando sabe que cada dia pode virar uma história. E mesmo com o caos, com os convites estranhos e os papos doidos, no final tudo vira experiência. E é isso que importa.
Entre Recusas e Risadas
Pra encerrar o vídeo, teve uma cena que me marcou: uma das meninas do Job veio conversar comigo, eu educadamente recusei, falei da minha namorada, e ela respeitou. No meio disso, um grupo de indianos apareceu e começou a ser meio insistente com as meninas. Elas recusaram e mandaram os caras embora. Foi aí que percebi como o respeito é valorizado aqui, mesmo num ambiente turístico e tão voltado pra esse tipo de abordagem.
No fim das contas, é tudo uma questão de saber lidar. Você pode recusar com respeito, interagir com leveza e ainda sair com uma boa história pra contar.
Finalizando Mais Um Dia em Bangkok
Então é isso, rapaziada. Mais um vídeo cheio de encontros aleatórios, recusas criativas e reflexões sobre essa vida doida de nômade digital. Se você curte esse tipo de conteúdo e quer ver mais vídeos explorando a realidade das ruas, das pessoas e das situações improváveis, já deixa o comentário aí. E claro, se você quer mudar de vida, sair do CLT e ter liberdade como eu, dá uma olhada no primeiro link da descrição. Tamo junto. Câmera desliga… e a história continua.
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