De volta ao Brasil depois de 3 anos fora
Fala, rapaziada! Aqui é o Nicolas, diretamente de São Paulo. Depois de mais de três anos rodando pela Ásia e Europa, voltei pro Brasil. Sério, é estranho demais falar português em público aqui. Eu tentei gravar esse vídeo em português no aeroporto, mas me bateu uma vergonha absurda. Todo mundo entende o que você fala e dá um bloqueio real, mano. Lá fora era muito mais fácil, ninguém entendia e eu falava de boa com a câmera.
Mas agora tô de volta, e já tô me readaptando ao caos e ao carinho do Brasil. Peguei meu Uber no clássico espacinho do Zber aqui em Congonhas, e fui direto pra Vila Madalena, onde tô hospedado. Lugarzinho charmoso, com cara de bairro artístico e alternativo — bem a minha vibe mesmo.
Primeiros dias de volta: jetlag, bis e nostalgia
Mano, ainda tô com o jetlag virado aqui. Cheguei há dois dias e já dei uma dormida monstra, baguncei todo o quarto do hotel e comprei bis. Sério, fazia anos que eu não comia bis. Lá fora não tem isso. E essas pequenas coisas, tipo um chocolate simples que a gente encontra em qualquer lugar no Brasil, bate forte quando tu passa tempo fora.
Tô aqui organizando minhas coisas, editando vídeo, e pra quem pergunta por que eu mesmo edito meus vídeos, a real é que eu gosto de ter controle total sobre o conteúdo. Já gravo imaginando como vai ser a edição. Se eu passasse pra um editor, não ia sair do jeito que eu penso. Por isso, mesmo cansado, sigo editando tudo sozinho. Prefiro postar menos e entregar do meu jeito.
Encontro aleatório e nostalgia de rolês antigos
Depois de organizar as coisas, saí pra dar um rolê em São Paulo. Acabei caindo numa festinha e encontrei uma galera massa, inclusive alguns cabeludos e até gringos. É muito louco como São Paulo é um caldeirão cultural. Tinha até um cara divulgando o som dele, meio folk, meio Clube da Esquina. Muito vibe boa.
Encontrei também o Gustavo, um velho conhecido, e a Nauana, que foi minha crush da adolescência. A gente se esbarrou sem querer e começamos a trocar ideia sobre o passado, Lady Boys na Tailândia, privacidade, e a vida mesmo. Até surgiram uns boatos de gravidez de uma tailandesa — mas calma, se for verdade, eu assumo. Tô longe de ser vacilão.
Joinville e o reencontro com o passado
Já tô em Joinville agora, minha cidade natal. Voltei pra matar a saudade e ver a família, principalmente meus avós. E mano, é surreal como tudo por aqui continua igual. As ruas, as lojas, até os mendigos são os mesmos de anos atrás. É como se o tempo tivesse parado pra cidade, enquanto a minha vida virou de ponta cabeça nesse tempo todo viajando pelo mundo.
Revisitei a antiga fábrica abandonada onde eu dava rolê quando era moleque. Ali era o nosso “motel” de quem não tinha dinheiro, lugar onde eu já bebi, chorei, dei risada, e fiz muita merda. É bizarro ver como um espaço que já teve tanta vida virou ruína. Mas ainda assim, dá uma nostalgia absurda. Quem é de Joinville e viveu isso sabe do que eu tô falando.
Vivendo e aprendendo com o tempo
Conversei bastante com a Nauana sobre como a vida muda. Ela, que era body piercer como eu, hoje tem um Privacy ativo há dois anos. E sim, ela confirmou no off — tá rolando mesmo, e dá dinheiro. Não vou entrar nos detalhes aqui porque ela não quis abrir valores, mas quem sabe num próximo vídeo rola.
Falamos também sobre como trabalhar pros outros não era mais uma opção pra gente. Tanto eu quanto ela sentimos que temos que fazer o nosso, do nosso jeito. É por isso que o canal é como é, e por isso que continuo sendo 100% eu, tanto nos vídeos quanto fora das câmeras.
O início de uma nova saga no canal
E rapaziada, como sempre, isso aqui virou uma saga. Encontrei por acaso uma ex crush, falei com a galera das antigas, revivi momentos e histórias de rolês passados e tô me reconectando com minhas origens. E agora começa uma nova série de vídeos: vamos pra Bombinhas gravar mais, mostrar o sul do Brasil e explorar um pouco mais dessa volta às raízes.
Comenta aí o que você achou, se já viveu algo parecido, e se toparia viver essa nostalgia também. Valeu demais por acompanhar até aqui. E como sempre: a câmera desliga… e a história termina.
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