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A Tailandesa está GRAVIDA?!

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De volta a Pattaya: desafios, reflexões e um possível filho na Tailândia

Fala família! Câmera liga, história se inicia… e olha só onde eu vim parar de novo: em Pattaya! Já começa com aquela energia clássica, desafio entre amigos, zoeira e, claro, o inesperado. Dessa vez o papo foi sério também, então fica comigo até o fim. Tem Lady Boy, massagem com final feliz e até papo de gravidez. Sim, você não leu errado.

O desafio do dia: quem perder vai ter que encarar o Lady Boy

Logo de cara já rolou a clássica aposta. Eu e o cabelo decidimos jogar uma partida de basquete com um detalhe: quem perdesse teria que fazer uma massagem com Lady Boy. O desafio tava lançado, mas eu tava há quase quatro meses parado, lesionado, fazendo fisioterapia pro ombro. Mesmo assim fui pro jogo, e mano… nome de Jesus em quadra fez milagre. Dei toco, acertei cesta e me surpreendi comigo mesmo.

A zoeira e o bastidor do jogo

No meio da brincadeira, muita risada, uns velhos com novinhas do lado (cena comum aqui na Tailândia), e aquele clima de sempre. Inclusive, teve velho europeu com mina de uns 25 anos. Nada novo por aqui. Eu até brinquei, mas já deixo claro: isso aqui é o normal em Pattaya. Não é julgamento, é observação. Quem vem pra cá entende rápido como a coisa funciona.

Brasileiro paga mais pau pra asiático do que os próprios asiáticos

Teve um momento do vídeo que eu precisei abrir o coração. Mano, tem muito brasileiro que paga pau pra asiático mais do que eles pagam pra gente. Já falei com vários amigos tailandeses e de outros países da Ásia e eles acham umas coisas que os brasileiros fazem meio idiotas, tipo puxar o olhinho achando que é ofensa. Eles nem ligam. Já os brasileiros ficam todos nervosinhos nos comentários.

Massagem com final feliz? Só se for com Lady Boy…

Depois do jogo, hora da aposta. O combinado era massagem com final feliz. Mas aí começou a zoeira: “se for tu que perdeu, vai ter que ser com Lady Boy”. Não, não, não… A gente riu, mas o que importa é que entramos numa casa de massagem mesmo. Fui lá e quase dormi. Sério. A mina era gata, do jeitinho que eu curto. Mas, pra quem quer saber: teve final feliz? Depende do que você considera final feliz. Eu saí leve, sem dor nas costas. Isso já vale demais!

O choque: e se eu for pai de uma criança tailandesa?

Agora o papo ficou sério, família. Uma tailandesa que já apareceu em alguns vídeos meus tá achando que tá grávida. A real é que a gente ficou algumas vezes sem proteção, e agora ela tá com medo até de fazer o exame. Eu tô tenso. Tenso de verdade. Ela é universitária, nova, cheia de planos. E eu aqui, com uma vida nômade, trabalhando online, viajando. Como é que eu vou ensinar português pra uma criança metade tailandesa, metade brasileira?

Entre o medo e a responsabilidade

Falar a real pra vocês, eu sumi até do Instagram por uns dias por causa disso. Fiquei reflexivo. Vim pra Pattaya pra tentar clarear a mente, como sempre faço quando tô assim. E sim, se for verdade, se realmente tiver uma criança vindo aí, eu vou assumir. Eu sou homem, não sou moleque. Não vou fugir, não vou sumir igual muita gente faz. Mas cara, é um medo real. Não é só dinheiro. É responsabilidade, é criar uma vida do zero num país completamente diferente.

Reflexão final: se protejam, de verdade

Família, se tem uma coisa que eu aprendi com tudo isso é: se protejam. Não romantiza não. Pô, ter filho não é brincadeira. Não é só pensar no agora. É uma vida que pode estar vindo aí. Então se cuidem, usem proteção, pensem nas consequências. Porque é muito fácil curtir e esquecer do depois. Mas o depois sempre chega.

Nos próximos capítulos…

Bom, continuo aqui em Pattaya. Trabalhando, refletindo e tentando resolver essa situação da melhor forma. Nos próximos vídeos vou atualizando vocês. Se quiser viver uma vida mais livre, sair do CLT, trabalhar online e ter experiências reais como essa (menos a parte da paternidade de surpresa, de preferência), me chama no WhatsApp do Nômade Jesus. O link tá aí na descrição. Vamos viver diferente, viver de verdade.

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Agora é com você. Bora viver de verdade!