Explorando os Becos do Vietnã: A Vida Real em um País Comunista
Fala, rapaziada! Aqui é o Nicolas, e hoje trago um dos vídeos mais diferentes que já fiz aqui no canal. Esquece praia, esquece rolê em rooftop — nesse vídeo eu decidi me perder, literalmente, pelos becos do Vietnã para mostrar como a galera realmente vive por aqui.
Já tô há alguns dias nesse país que, teoricamente, é comunista — e mesmo com uma bandeira vermelha estampada em tudo quanto é lugar, a realidade do povo é bem diferente do que você pode imaginar. A missão do vídeo era simples: explorar os becos e ver com os meus próprios olhos como é a rotina da galera, os comércios locais, as casas, e claro… as famosas casas de massagem que vocês tanto gostam de ver nos vídeos.
Vida nos Becos: Moto Dentro de Casa e Criança Correndo na Rua
Logo no começo do vídeo, eu entro num beco estreitinho. Parecia que eu tava invadindo a privacidade da galera, mas a real é que ali todo mundo vive assim mesmo: de porta aberta, com moto parada dentro da sala e criança brincando no chão. A galera é tranquila, parece até que o caos do trânsito e o barulho das motos não afetam a paz que rola dentro desses becos.
Tem TV ligada, gente deitada na rede, gato passando na frente, tiozinho jantando no chão. Cada beco é tipo uma pequena vila onde todo mundo se conhece. Alguns becos são tão pequenos que dá eco quando você fala. Outros parecem corredores intermináveis que te levam pra dentro do bairro cada vez mais.
As Casas de Massagem no Meio do Cotidiano
E como vocês já devem imaginar, não tem como falar do Vietnã sem falar delas… sim, as casas de massagem com final feliz. Elas estão por toda parte, geralmente com uma placa de “massage” bem inocente na entrada. Mas quem já acompanha os vídeos sabe que tem mais coisa ali do que só uma massagenzinha relaxante.
Durante o rolê, passei por várias dessas casas. Algumas estavam discretas, outras já com as meninas na porta chamando mesmo. É um contraste bizarro: de um lado, tiozinho de boa comendo arroz frito vendo TV. Do outro, mina chamando gringo pra “Happy Ending”.
E sim, teve abordagem. Teve mina oferecendo “serviço completo” por 2 milhões de Dong, o que dá mais de R$ 400 reais. Outras ofereciam só o “Hand Job” por 500 mil Dong, tipo R$ 100. Tudo isso no meio do ano novo vietnamita, que tava rolando com fogos de artifício e festa na rua. O caos organizado.
Me Perdi nos Becos… Literalmente
Teve uma hora que fui entrando tanto em um beco, depois em outro, depois outro… que percebi que não sabia mais onde eu tava. Nem ideia de onde era a rua principal, nem pra onde voltar. Até pensei em apelar pro Google Maps, mas decidi tentar sair na raça mesmo, sem GPS. Afinal, queria viver a experiência raiz, igual era antes da tecnologia.
No meio disso, achei mais bequinhos, mais casas, mais moto na cozinha, mais cachorro dormindo em frente à porta. Vi gente cozinhando, galera assistindo TV, idosos na rede, crianças correndo descalças. E mesmo sendo um cara aleatório andando com uma câmera no meio da comunidade, ninguém me tratou mal. Ninguém me expulsou ou me olhou torto.
A Contradição: Um País Comunista Mais Seguro que o Brasil?
Isso me fez refletir bastante. Como é que um país comunista, que muita gente no Ocidente critica, consegue ser mais seguro que o Brasil em vários aspectos? Claro que não tô dizendo que é perfeito. Mas aqui eu vi gente vivendo com porta aberta, deixando moto na calçada, criança andando sozinha… E isso me deu um choque.
Você aí no Brasil conseguiria deixar a porta de casa aberta à noite? Pois é. Aqui, o tiozinho janta tranquilo enquanto do lado tá rolando festa com música alta, do outro uma casa de massagem bombando — e ele ali, sereno. O contraste é doido, mas funciona.
Um Rolê Real, Sem Filtro
No final do vídeo, depois de me perder e andar mais de uma hora pelos becos, consegui achar a rua principal de novo. Escondi a câmera, interagi com mais algumas meninas das massagens (só por curiosidade, claro), e fechei o dia com aquele pensamento: “Será que eu conseguiria viver assim?”
Rapaziada, sinceramente? Eu não conseguiria viver num beco com casa colada e barulho todo dia, mas num prédio aqui no Vietnã? Talvez. É tranquilo, a galera é gente boa, e a vibe é diferente. Só não me adaptei à comida. Mas fora isso… até que não é tão ruim assim, não.
Agora quero saber de vocês: vocês conseguiriam viver assim? Num país comunista, num beco estreito, com moto na sala e porta aberta o dia todo? Comenta aí.
Tamo junto, família. Até o próximo vídeo. A câmera desliga… e a história termina.