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COMO É O TINDER NA TAILANDIA

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Liberdade Geográfica Conheça o Mundo Experiências Únicas
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Explorando o Tinder na Tailândia e a Realidade de Pattaya

Fala, família! Câmera liga que a história se inicia. Hoje eu vou te contar como foi mais uma das minhas aventuras aqui na Tailândia, mais precisamente em Bangkok e Pattaya. E já adianto: o vídeo de hoje tá recheado de revelações, situações bizarras e, claro, Ladyboys que são mais bonitas que muita tailandesa por aí. Se liga.

O Tinder (ThaiFriendly) na Tailândia: o que você precisa saber

Bom, tudo começou num dia lindo aqui em Bangkok. Céu azulzinho, clima bom, vibe tranquila. Acordei animado e decidi gravar um conteúdo diferente. Muita gente me pergunta: “Nicolas, como é o Tinder aí na Tailândia?” Então resolvi mostrar na prática. Só que aqui o Tinder mesmo não é o app que a gente usa no Brasil, o mais famoso aqui é o ThaiFriendly, que funciona igualzinho, só que é mais usado pelos locais.

O que tem no ThaiFriendly?

Entrei no site, abri o app, e comecei a dar uma olhada nos perfis. Mano, o que tem de Ladyboy aqui, vocês não têm noção. E o mais doido: nem sempre elas avisam que são. Tem Ladyboy que juro pra vocês, é mais bonita que muita menina de verdade. Tô falando de rosto fino, corpo escultural, maquiagem no grau. Aí você vai ver no perfil e tá lá: “Sou Ladyboy”. Cara… se não especificar, tu cai fácil. E eu mesmo quase dei like em várias, achando que era mina.

Tem mulher “normal” também?

Mas não é só Ladyboy que tem não. Também tem muita menina que não é do job. Tem enfermeira, estudante, moça de escritório… Vi uma que trabalha num hospital, escreveu que tá procurando relacionamento sério. Tem mina querendo amor mesmo. Mas também tem as do job, e essas geralmente deixam bem claro no perfil que tão ali só pelo rolê rápido, o famoso “short time”.

Chegando em Pattaya: o paraíso (ou inferno?) dos adultos

Depois de analisar o ThaiFriendly, fui direto pra Pattaya. Vocês sabem, né? A cidade do pecado, onde tudo pode, onde a noite nunca acaba. Cheguei lá e fui direto pra Walking Street, que é tipo o epicentro da bagunça tailandesa.

Bar em cima de bar, música alta, menina puxando gringo pelo braço, cartaz com propaganda de “ping pong show” (quem sabe, sabe), e Ladyboy em toda esquina. É tanta gente te chamando que parece que você é o último homem na Terra. E o mais bizarro: tem lugar ali que recebe mais turista por ano do que o Brasil inteiro.

Reencontrando a “namoradinha” do Natal

Passei num bar onde fui sequestrado da outra vez — vocês lembram, né? A mulher literalmente me segurou lá dentro, não deixava eu sair sem pagar drink. Pois é, voltei lá pra dar risada, rever a “namoradinha” que apareceu no especial de Natal (a Andy, que cuidou muito bem de mim naquela noite, diga-se de passagem).

Evento especial para quem quer mudar de vida

Ah, e aproveitando que cheguei a 20 mil inscritos (valeu, família!), tô preparando um evento gratuito que vai rolar num grupo fechado no WhatsApp. Nele eu vou te mostrar as 7 profissões que mais pagam no mercado online, que te permitem viver com liberdade, assim como eu.

O evento será gratuito, com conteúdo real, direto ao ponto — e sim, no final, eu vou oferecer meu curso com um baita desconto. Mas só pra quem quiser mesmo mudar de vida em 2025.

Reflexão final: a Tailândia é um espelho

Pra fechar, queria deixar uma reflexão: a Tailândia é linda, é doida, é intensa. Mas também é um espelho. Aqui, tudo que é bom e tudo que é bizarro aparece multiplicado por mil. E se você vem pra cá achando que vai viver um conto de fadas com uma tailandesa “pura e ingênua”, melhor rever seus conceitos. Aqui, quem não presta atenção… cai em golpe.

Fica ligado, comenta aqui se você já caiu em algum catfish online, e claro — compartilha esse post com os amigos. Câmera desliga, e a história continua. Tamo junto, família.