Nômade Jesus

FUI ROUBADO POR UMA POLONESA NA TAILÂNDIA

Treinamento para Nômades Digitais

Liberdade Geográfica Conheça o Mundo Experiências Únicas
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Um Rolê Insano pelo Mercado Japonês na Tailândia: Preços Bizarros, Golpes Inesperados e Bugigangas Surreais

Fala família! No episódio de hoje, fui explorar um daqueles cantos aleatórios da Tailândia que a gente só descobre porque tá morando aqui mesmo. E dessa vez o destino foi um mercado japonês escondido, recheado de coisas esquisitas, caras e absolutamente imperdíveis. Já aviso: teve quase roubo, jogatina em caça-níqueis disfarçados e até frutas vendidas como se fossem joias raras. Vem comigo nesse rolê insano e hilário.

Entrando no mercado: onde tudo parece fofinho… e caro

Logo na entrada já deu pra perceber que aquele lugar era diferente. Visual todo colorido, produtos com embalagens kawaii, música ambiente calma, e uma vibe que mistura Aliexpress com loja de aeroporto. O problema começa quando você começa a olhar os preços. Sério: duas maçãs por quase R$ 30. Sim, duas maçãs.

Essas frutas vêm direto do Japão, e por isso são vendidas como se fossem itens de luxo. Vi também peras por mais de R$ 50, pacotinhos de uva custando quase R$ 100, e até banana gourmet. A única fruta que escapava um pouco dessa inflação surreal era o abacaxi, mas mesmo assim o preço era alto comparado com o Brasil.

De fliperama a golpe no caça-níquel disfarçado

Depois do mercado, resolvemos dar um pulo num fliperama ali por perto. Chegamos em cima da hora, tudo quase fechando, mas ainda deu tempo de tentar jogar. A Nômade Jesus, minha companheira de rolê (e gringa polonesa), quis tentar um daqueles brinquedos com garra, estilo caça-níquel. Resultado? Perdeu os 10 baht dela na hora, nem conseguiu mover a garra. Literalmente um golpe camuflado de fofura.

E o pior: ninguém ali achava estranho. É tipo normal você perder dinheiro pra um bicho de pelúcia num aquário de vidro. Clima de cassino, mas com pelúcia. E todo mundo rindo. Vai entender, né?

Bugigangas, meias de panda e nostalgia gamer

Seguindo o passeio, a gente se deparou com uma verdadeira feira de bugigangas. Tinha meia com estampa de panda, carteirinhas em formato de peixe, camiseta do Mario estilo 8 bits, boné de anime e umas mochilas com olhos que piscam (sim, você leu certo). Era como entrar em um episódio de anime misturado com liquidação de fim de feira em Osaka.

Encontrei até um cartão pré-pago de chá — isso mesmo, ao invés de Netflix ou Spotify, aqui você pode dar de presente um “plano de chá”. Nunca vi isso na vida. Tailândia e Japão juntos conseguem sempre surpreender a gente.

Comidas que parecem saídas de laboratório

Na parte de comida, o susto continuou. Bolos com cara de esponja, peixes embalsamados com aparência de geleia e doces que pareciam brinquedo de criança. Achei um “bolo de cenoura” que parecia mais um bloco de espuma. Sério, só de olhar já perdi 30% da fome. Mas a vibe era divertida — tudo muito colorido, muito excêntrico.

Encontrei também pancakes embaladas em potes transparentes, bolinhos japoneses com rostinho de coelho, gelatinas em formatos indecifráveis, e o que parecia (mas não era) aquele verdinho que muita gente curte fumar. Era só decoração, relaxa.

Reflexão rápida: fruta cara e bugiganga barata

O contraste era engraçado: uma maçã custa mais que uma camiseta. Enquanto isso, você pode comprar cinco pares de meias estilosas por menos de R$ 20. Se por um lado a alimentação natural custa caro, por outro os itens de estilo e diversão são acessíveis — especialmente para quem vem com real ou euro no bolso.

Fechando o rolê (e quase a loja)

Infelizmente, chegamos um pouco tarde e grande parte do shopping já estava fechando. Mas foi tempo suficiente pra rir, se assustar com os preços, cair em golpe e fazer registros que vão render vários cortes para o canal. A Nômade Jesus ainda conseguiu pegar umas coisinhas e ficou encantada com a variedade bizarra de produtos.

Vale a pena visitar?

Olha, se você curte cultura japonesa, produtos diferentes e tem curiosidade sobre o que o sudeste asiático oferece de mais excêntrico, vale sim. Mas vá com o pé no chão: prepare-se pra ver frutas com preço de celular e lembre-se que muitas “brincadeiras” são só formas criativas de tirar seu dinheiro.

Mas no fim das contas, é isso que torna a experiência única. A Tailândia continua surpreendendo e os rolês aleatórios são sempre os mais marcantes.

Se curtiu esse post, deixa um comentário dizendo o que mais te surpreendeu. E me diz aí: você pagaria R$ 100 num pacote de uvas? Ou ainda, teria coragem de tentar a sorte num caça-níquel de pelúcia?

Valeu por acompanhar até aqui, família! Até o próximo rolê! 🚀