O “Golpe da Massagem” na Tailândia: mais um episódio da busca pela massagem perfeita
E aí, família! Esse é o segundo episódio da nossa saga em busca da massagem perfeita aqui na Tailândia — ainda sem nome oficial (então já comenta uma sugestão aí!). O vídeo de hoje traz uma história engraçada, curiosa e, claro, com aquele clássico plot twist tailandês no final.
Como tudo começou: dica de um inscrito
Recebi uma sugestão de um inscrito indicando uma casa de massagem ali perto de onde estou morando, em Ekkamai, bairro vizinho de onde estou hospedado. Peguei a câmera e fui lá conferir — e quem sabe, gravar um conteúdo massa pro canal.
Primeiras impressões: tudo parecia normal
Cheguei no local indicado, que inclusive parecia um hostel combinado com casa de massagem. Lá na entrada, uma mina com roupa de universitária — bonitinha, simpática — parecia ser quem faria a massagem. Achei que tinha dado sorte, né?
O “golpe” do dia: quem tá na vitrine não é quem atende
Entrei, paguei os 700 baht por 90 minutos e subi para a massagem. Eis que descubro o famoso golpe turístico: quem fica na porta é só “modelo de vitrine”, usada pra atrair cliente. Quem atende mesmo é outra pessoa que fica lá dentro, geralmente no andar de cima. Clássico!
Mas valeu a pena?
Honestamente? Sim! A massagem foi ótima, a massagista que me atendeu era super gente boa, bonitinha também. Não era a da recepção (que eu achava que ia me atender), mas ainda assim foi uma experiência positiva. Um “golpe” leve, digamos assim.
“Final feliz”? Claro que ofereceram…
E como vocês já devem imaginar… no fim, veio a famosa pergunta: “Quer alguma coisa a mais?” É sempre assim por aqui, quase todas oferecem. Mas a resposta? Bom, essa eu deixo no ar. Comenta aí: você acha que eu aceitei ou não?
Participe: me ajuda a dar nome pra esse quadro
Esse é só o segundo episódio dessa série nova do canal. Como ainda não tenho nome oficial, tô contando com vocês pra me ajudar. Deixa aqui nos comentários uma sugestão criativa. O melhor nome vai ser o título do próximo episódio!
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